18 de dezembro
1907 – Decreto consolida legislação fundiária do Estado
Decreto do governo Generoso Ponce, regula a colonização de terras devolutas no Estado de Mato Grosso. Através das facilidades criadas pelo decreto nº 200, segundo Virgílio Correa Filho, “inúmeros são os colonos que espontaneamente procuram radicar-se em Mato Grosso, obtendo, para isso, gratuitamente, por meio de petição ao presidente do Estado, processada analogamente às de compra, lotes de 50 a 200 hectares de terras devolutas, nas regiões para esse fim destinadas:
Nessas condições, acham-se as que ladeiam a E. F. Noroeste do Brasil, na largura de 10 quilômetros para cada lado, de Três Lagoas a Porto Esperança; as que distam menos de 6 quilômetros das margens dos rios Taquari; do São Lourenço e seus afluentes, na secção navegável; do Jauru; do Cabaçal; do Sipotuba; do Paraguai, até Santa Ana.
Ademais, por vezes, o governo tem experimentado apressar a colonização, de que há mister o Estado, mediante concessões a empresas particulares, que se comprometem a fundar núcleos coloniais, em retribuição aos favores que lhes são prometidos.
Até hoje, mais avultada se apresenta a colonização espontânea, tendo resultado improfícua a tentativa de estabelecimentos de núcleos coloniais, de que se encarregaram vários concessionários.
Todavia, a colônia de Terenos, fundada pela municipalidade de Campo Grande, ao tempo do intendente Arnaldo de Figueiredo, com o auxílio do Estado, na presidência de Pedro Celestino, prosperou e constitui exemplo convincente das possibilidades de iniciativas análogas.
Nessas condições, acham-se as que ladeiam a E. F. Noroeste do Brasil, na largura de 10 quilômetros para cada lado, de Três Lagoas a Porto Esperança; as que distam menos de 6 quilômetros das margens dos rios Taquari; do São Lourenço e seus afluentes, na secção navegável; do Jauru; do Cabaçal; do Sipotuba; do Paraguai, até Santa Ana.
Ademais, por vezes, o governo tem experimentado apressar a colonização, de que há mister o Estado, mediante concessões a empresas particulares, que se comprometem a fundar núcleos coloniais, em retribuição aos favores que lhes são prometidos.
Até hoje, mais avultada se apresenta a colonização espontânea, tendo resultado improfícua a tentativa de estabelecimentos de núcleos coloniais, de que se encarregaram vários concessionários.
Todavia, a colônia de Terenos, fundada pela municipalidade de Campo Grande, ao tempo do intendente Arnaldo de Figueiredo, com o auxílio do Estado, na presidência de Pedro Celestino, prosperou e constitui exemplo convincente das possibilidades de iniciativas análogas.
FONTE: Virgílio Correa Filho, Mato Grosso, Coeditora Brasílica, Rio de Janeiro, 1922 180
18 de dezembro
2023 - Governo de Mato Grosso do Sul sanciona lei do Pantanal
Em solenidade realizada no auditório do Bioparque do Pantanal, o governador Eduardo Riedel sancionou a nova lei do Pantanal. Além de regular intervenção no bioma, a nova lei cria o Fundo de Desenvolvimento Sustentável do Pantanal, dispondo de 50 milhões de reais "para desenvolver o desenvolvimento sustentável do bioma e possibilitar a gestão de operações financeiras destinadas ao financiamento de programas de pagamento por serviços ambientais na área".
Presentes ao ato, o ministro Welinton Dias, do Planejamento e as ministras Simone Tebet (Planejamento e Orçamento) e Marina Silva (Meio Ambiente), que aprovou a iniciativa de Mato Grosso do Sul, com a seguinte avaliação:
"Estamos fazendo algo que não é apenas de Mato Grosso do Sul, não é apenas para o Brasil, é para a humanidade".
FONTE: O Estado, 19 de dezembro de 2023.
18 de dezembro
2025 - Termina em Campo Grande, a maior greve do século dos motoristas de ônibus
Iniciada no dia 15, terminou no dia 18 de dezembro de 2025, a greve dos motoristas de ônibus coletivos de Campo Grande, contabilizada como a maior paralisação no setor, neste século.
Os profissionais reclamavam do Consórcio Guaicurus, concessionária do transporte público na capital, o pagamento do salário de novembro e o 13º de 2025, em atraso.
Foram 4 dias de tensas negociações envolvendo o sindicato da categoria, a prefeita Adriane Lopes, o TRT e o concessionário e solução chegou, quando o governador Eduardo Riedel, decidiu antecipar o repasse de R$ 3.300.000,00 ao consórcio, sua contrapartida no convênio que garante a gratuidade no transporte de estudantes da rede estadual de ensino.
Com o dinheiro na conta os motoristas voltaram a trabalhar à tarde e na manhã do dia seguinte, o transporte em Campo Grande estava normalizado.
HISTÓRICO - A maior greve no transporte coletivo de Campo ocorreu em junho de 1994. Na ocasião os trabalhadores reivindicavam melhoria salarial.
Assim como ocorreu desta vez, o prefeito da época, Juvêncio César da Fonseca, criticou a paralisação total e inclusive, conseguiu uma liminar para que 45% da frota voltasse a circular, mas sem cumprimento por parte da classe.
Na época mais de 270 mil campograndenses foram afetados pela greve. Segundo o Correio do Estado, "quatro dias depois, no no dia 21 de junho, os ônibus voltaram a circular normalmente, após os empresários do transporte público garantirem uma estabilidade de 40 dias para a classe, sem desconto dos dias parados, semelhante ao acordo firmado ontem na audiência de conciliação".
FONTE: Correio do Estado, 19/12/2025
FOTO: TV Morena



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